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Técnica

Serviços Externos

Para viaturas de exceção que não devem sair do seu espaço, deslocamo-nos até elas — com o equipamento que é possível levar e a estrutura que a garagem oferece. Um serviço reservado a carros muito exclusivos, concessionários, garagens de colecionadores e museus.

Aston Martin DBS sobre o elevador da garagem privada do cliente, durante serviço externo da Box13 Garage

Nem todas as viaturas podem — ou devem — fazer o percurso até à oficina. Uma peça rara com quilometragem contada, um projeto que ainda não foi mostrado, um carro modificado que não cumpre os requisitos para circular na via pública, ou uma coleção inteira que não faz sentido movimentar. Nestes casos, o trajeto é o maior risco do serviço.

Por isso o serviço externo tem um público definido: viaturas muito exclusivas, empresas e concessionários, garagens de colecionadores e museus. Não é uma alternativa de conveniência à oficina — é a resposta para os casos em que tirar o carro do seu espaço não é opção.

Em vez de o carro vir ter connosco, vamos nós ter com o carro. Levamos o equipamento que é possível transportar sem comprometer o padrão do trabalho, e tiramos partido da estrutura que o espaço já oferece — iluminação, ponto de água, corrente elétrica e, quando existe, o elevador da própria garagem.

A deslocação é precedida de uma avaliação. Precisamos de saber o que vai ser feito, quanto espaço existe à volta da viatura, que estrutura está disponível no local e qual o piso. É esta leitura que define o equipamento que levamos, o âmbito do trabalho e o tempo previsto — e evita surpresas no dia.

É também esta avaliação que define o orçamento. Não trabalhamos com preços tabelados, porque cada viatura, cada local e cada trabalho pedem uma logística e um tempo diferentes.

No local, o espaço é preparado antes de se tocar no carro. Delimita-se a área de trabalho, protege-se o pavimento e a envolvente, e organiza-se o material de forma a que nada circule por cima ou junto da viatura sem necessidade. Uma garagem particular não foi desenhada para trabalho técnico, por isso a preparação do espaço faz parte do serviço.

O critério não muda por estarmos fora de portas. Lavagem, descontaminação, correção, proteção ou tratamento de interior seguem o mesmo processo e os mesmos critérios de aceitação. O que se adapta é a logística: procuramos sempre a melhor qualidade possível dentro do que pode ser levado e do que o espaço permite.

Há limites que convém dizer à partida. Trabalhos que dependem de ambiente controlado — cabine, temperatura estável, ar filtrado — ou de equipamento que não é possível transportar não têm o mesmo desempenho fora da oficina, e nesses casos preferimos ser claros sobre o que é possível fazer no local e o que só faz sentido executar nas nossas instalações.

No fim, o espaço é devolvido como foi encontrado. Recolhe-se o equipamento, limpa-se a área e a viatura fica onde sempre esteve — sem ter percorrido um metro na via pública.

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